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terça-feira, 10 de agosto de 2010

Ideologia, eu tenho uma pra viver!


     Tão difícil quanto acertar é ter uma forma certa de pensar e lidar com as adversidades. Costumava dizer: o grande problema não é resolver o conflito, mas descobrir em que, de fato, ele consiste. Minha mente complexa, abstrata, tonou-se complicada de ser decifrada. Talvez um desafio, ou, simplesmente, excesso de convicção.
     De fato, não há uma forma certa de agir. Acredito que cada um espera algo de si e dos outros, tendo, assim, o direito de persistir ou acreditar no que colocam à frente de suas vidas como metodologia de ações. Adivinhar o que se passa na cabeça dos demais é como procurar entender o porquê de estarmos vivos hoje. Claro que há uma explicação, mas se formos tentar descobrir, acabaremos como sempre: discutindo sem fim o que não pode ser concluído com clareza, como a exatidão da física.
     Como diz a música, sinônimo de amor é amar. Entender, aceitar, mudar e manter. Querer forçar as situações é como fazer magia pra conquistar o coração de alguém. Não adianta se no fim o resultado obtido é o esperado, ele nunca será verdadeiro e satisfatório como deveria. Espontaneidade é a base de tudo!
     Essa é a minha ideologia, sentir. Posso falar e falar mais mil vezes, sei que muita gente não vai assimilar, mas é a verdade na qual acredito. O simples fato de existir me faz crer que a melhor maneira de entender as coisas é não buscar tal entendimento. Tranquilidade e fé, tudo tem uma razão de ser. Só o que não podemos deixar de lembrar é que a felicidade próxima pode interferir na nossa e vice-versa, daí a necessidade do cuidado das ações (respeito). Quanto ao resto, suponho que a melhor maneira de acertar é estar determinado a agir independente da opinião alheia. Assim, o conceito de felicidade deixa de ser teoria e passa a ser concreto.
     Vamos viver com amor e pelo amor...relax, everything has its time!

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Energia.

     Quanto vale a exposição? Será beneficente a publicização dos pensamentos ou deveríamos guardar para nós a essência individual? Acredito que questões como essas circundam nossas vidas o tempo todo. Qualquer blog foca em um tema, ou se propõe a atingir um determinado público. Eu venho, por meio deste, buscar o encontro das pessoas em comum. Não as comuns, mas, excepcionalmente, as diferentes que compartilham dos mesmos pensamentos.
     Poderia falar sobre abstração, metafísica, vida além da terra (viaja, Bruna..hehe..) são assuntos que me interessam muito, mas preferi reunir aqui as supostas respostas para as diversas perguntas cotidianas, e, depois de muito pensar, cheguei à conclusão de que não necessitamos muito de ciência pra solucionarmos com clareza tantas dúvidas, é tudo questão de energia.
     Observava, quando criança, o comportamento dos cavalos. Eram fortes, bonitos, e, sobretudo, muito inteligentes. Notava que quando colocavam as orelhas pra frente eu precisava sair de perto, eles iam morder. Graças a essas reflexões, consegui me resguardar de alguns acidentes, e apesar de ter caído uma vez, o mais interessante foi ver que a melhor forma de dominar um animal tão poderoso era realmente acreditar que podia controlá-lo, simplesmente montar e me colocar firme em cima dele, mesmo não sabendo fazer nada. Aos poucos não só eles começaram a confiar em mim, como eu também passei a tratá-los com mais carinho. Nossa relação deixou de ser subordinada e passou a ser igualitária, verdadeiros cúmplices. Por que será que não me derrubaram como faziam com os outros meninos? Acho que a resposta era exatamente a descrita ai em cima.
     Muitas vezes é preciso sim sentir. Não precisaríamos de referência se soubéssemos utilizar todo o potencial que guardamos. Não deveríamos ter medo quando nascemos pra controlar. Como diz uma grande amiga, a felicidade é momentânea, não plena, por isso precisamos agir com o coração e esquecer um pouco dos estigmas sociais, tudo isso em prol desses pequenos momentos de alegria que só serão eternos em nossas lembranças. Fazer o que queremos fazer, usar o que queremos usar, sem, contudo, desrespeitar o espaço e a felicidade alheia, que é tão importante quanto a nossa. É disso que a bíblia fala, fazer o máximo de bem e o mínimo de mal (Abraão Lincoln), sem, contudo, esquecermos o porquê de estarmos aqui.
     Por que não amar sem limites? Isso não significa estar com alguém, mas, principalmente fazer o bem sem ver a quem (que clichê..hehe). Quando você chegar perto de alguém, antes de perguntar seu nome, olhe nos seus olhos e leia atentamente as suas formas. Olhe para as mãos e para os movimentos. Esqueça as roupas ou a circunstância pela qual chegaram a você, simplesmente sinta, ame! Exponha-se sim. Fale, mostre, deixe que vejam também como você é por dentro. Não se omita diante das injustiças e sempre tente mudar o que há de errado ao seu redor. Isso é amor.
     Quando todos tiverem conhecimento da energia do bem, não haverá mais leis positivadas, porque estas estarão inclusas na consciência social. Não será mais necessário ter medo, porque ninguém seria capaz de prejudicar um próximo. Tudo bem, podem me chamar de utópica, mas prefiro dar crédito àqueles que acreditam do que aos que se omitem alegando a impossibilidade. Como viram, simplesmente confiar, mesmo sem meios, pode ser a chave para o bom desempenho e sucesso. Sonhe, acredite, realize!